
(Imagem-Google Imagens)
Há momentos na vida
Que a roda gira
Do lado oposto ao sol
A sombra que acontece
Assombra os passos
E desestabiliza o compasso
Cada hora
É réplica da eternidade
Cada segundo dorido
Dá a verdadeira dimensão
De infinito
Cada lágrima sofrida
Cai na alma
Arde no peito
E após ser cachoeira
Abre um rio para travessia
Há momentos na vida
Que o sol nasce no poente
E não se diferencia
O dia da noite
O sol após convalescer
Das tempestades sofridas
Recebe os raios de luz
Dos outros astros
Acumula energia
Para então seguir
Rumo ao nascente
Maria Helena Mota Sanots
Linda postagem, como sempre. Às vezes é bom seguir novos caminhos e apreciar as coisas de forma diferente, por mais doloridas ou estranhas que nos pareçam. Penso que o sim seria muito chato se não existisse o não.
ResponderExcluirBjo querida!
Oi Maria Helena,
ResponderExcluirQue poema lindo! Adorei.
Obrigada pelas suas palavras carinhosas em meu bloguito.
Bjkas e uma ótima 4ª - feira para vc.
http://gostodistonew.blogspot.com/
Como sempre me enchendo de emoção com suas palavras, sua lógica é como um espelho pros meus sentimentos.
ResponderExcluirAdoro esse cantinho aqui. Sempre me sinto, protegida... é praticamente um DIVÃ literário que sempre me renova.
Beijossss...
Sua fã, sempre!
Juju, querida!
ResponderExcluirAdorei o "DIVÃ literário".
Você sempre surpreendente!
Beijão!