(Imagem-Google Imagens)
Amanheci assim
tão pequenina
que não sou vista
em nenhuma esquina
Meu coração transcende
e se agiganta sobre o corpo
O vento me roça
e sinto frio até no osso
Amanheci assim
com tanta sutileza
que não perco de vista
a real beleza
Dos poros da vida
percebo as sementes
Que se fazem frutos
docemente
Amanheci assim
tão desigual
que não sei a proporção
do sentimento atual
Da vitrine da alma
puxo parte de mim
E compartilho com o mundo
o que ainda não conheci
Amanheci assim
tão humanamente real
que me misturo ao mundo
de uma forma original
Ouço os gritos inaudíveis
e com eles me envolvo
Sou sorrisos e lágrimas
Sou a emoção do novo
Maria Helena Mota Santos
16/03/2012
sábado, 26 de janeiro de 2013
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Olá, Helena!
ResponderExcluirTão subtíl
como õtil,
falas da vida
com autoridade,
sabes o que queres
e, para onde vais,
buscas sorrisos,
onde antes foram lágrimas,
sacodes o pó,
sem tirares o tapete,
arrastas os pés,
com mil pensamentos,
julgas-te pequenininha,
que originalidade,
estás madura,
sem dares por nada.
É a vida!
Um regenerar permanente,
atira a sementes,
colhe no tempo,
um tesouro,
vive na graça,
sacudindo a traça,
porque,
viver vale mais do que ouro,
Um abraço e, BFS
Amigo, sempre que leio suas interações sinto uma serenidade... É incrível como você tem empatia. Colocar-se no lugar do outro e captar seus sentimentos é para poucos. É para os seres humanos especialíssimos. Um ótimo final de semana pra vc e sua linda família! Abraços!
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