
(Imagem-Google Imagens)
No passar das horas
Que antecedem outro instante
Eu sou um pé adiante
Do que era antes
Sou a interrogação sem pausa
E a possibilidade das reticências
Não marco limites no caminho
O mundo é o meu ninho
Quando não estou nas alturas
A terra é meu porto seguro
Se desço pra superfície
O universo me chama
E algumas vozes clamam
Pra me vestir de infinito
Olho para o chão e fico zonza
Com a habitualidade da dança
Que rodopia no mesmo lugar
E quando olho para o alto
O meu ser já fez o traslado
E me chama pra voar
Maria Helena Mota Santos
Muito lindo, Maria Helena. Também quero me vestir de infinito...Beijos e muita luz!
ResponderExcluirOi Shirley, muita luz para você também!
ResponderExcluirObrigada pelo carinho!