(Imagem-Google Imagens)
Como me apossar do outro
Sugar os seus momentos
Cobrar-lhe pagamento
Se não tenho nem a mim?
Como reter uma vida
Na prisão do meu desejo
Se nem ao menos é meu
O corpo que me veste?
Como colocar numa redoma
Os passos de outro ser
Se eu tenho um desejo
De abrir portas e partir?
Como controlar os desejos
De quem fica ao meu lado
Se nem mesmo tenho a senha
Das minhas próprias vontades?
Como posso podar os sonhos
Do outro que me acompanha
Se o que quero na vida
É ser livre e nada mais?
Como posso cortar as asas
Da essência de uma alma
Se o que vale na vida
É voar e ser feliz?
Maria Helena Mota Santos
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Proeza
(Imagem-Google Imagens)
Não sou tudo que pareço
Nem para o bem
Nem para o mal
Sou apenas uma alma leve
Que na brisa se aquece
E na tempestade emudece
Não sou o tudo
Nem sou o nada
Não sou o acaso
Nem o previsível
Sou apenas uma proeza
Que na vida se instalou
Sem ser dona das certezas
Não sou o erro
Nem o acerto
Não sou a lágrima
Nem o sorriso
Sou apenas uma emoção
Que dá asas à canção
Que pulsa no coração
Não sou perfeita
Nem sou um anjo
Não sou infalível
Nem sou incrível
Sou apenas a esperança
Que com os dias faz sua dança
Na leveza de uma criança
Maria Helena Mota Santos
Não sou tudo que pareço
Nem para o bem
Nem para o mal
Sou apenas uma alma leve
Que na brisa se aquece
E na tempestade emudece
Não sou o tudo
Nem sou o nada
Não sou o acaso
Nem o previsível
Sou apenas uma proeza
Que na vida se instalou
Sem ser dona das certezas
Não sou o erro
Nem o acerto
Não sou a lágrima
Nem o sorriso
Sou apenas uma emoção
Que dá asas à canção
Que pulsa no coração
Não sou perfeita
Nem sou um anjo
Não sou infalível
Nem sou incrível
Sou apenas a esperança
Que com os dias faz sua dança
Na leveza de uma criança
Maria Helena Mota Santos
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Gratidão
(Imagem-Google Imagens)
Tive tanto
Tenho tanto
Que a vida tira
E ainda sobra
Sobram essências
de jasmim
Sobram as rosas
no jardim
Sobram sorrisos
de mãos dadas com a alegria
Sobram imaginações
que acionam as fantasias
Sobram lágrimas
que hidratam as emoções
Sobram notas
que invadem as canções
Sobram dores
de metamorfoses salvadoras
Sobram versos
de poesias redentoras
Sobram réstias
pela luz que vem das frestas
Sobram coragens
precursoras das viagens
Sobram nostalgias
que acionam as saudades
Sobram amores
que eternizam as paisagens
Maria Helena Mota Santos
Tive tanto
Tenho tanto
Que a vida tira
E ainda sobra
Sobram essências
de jasmim
Sobram as rosas
no jardim
Sobram sorrisos
de mãos dadas com a alegria
Sobram imaginações
que acionam as fantasias
Sobram lágrimas
que hidratam as emoções
Sobram notas
que invadem as canções
Sobram dores
de metamorfoses salvadoras
Sobram versos
de poesias redentoras
Sobram réstias
pela luz que vem das frestas
Sobram coragens
precursoras das viagens
Sobram nostalgias
que acionam as saudades
Sobram amores
que eternizam as paisagens
Maria Helena Mota Santos
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Incertezas
(Imagem-Google Imagens)
No terreno fértil
dos porquês
descobri a sabedoria
das perguntas
sem respostas
Em terreno íngreme
e nas pausas
para as esperas
encontrei
o silêncio salvador
Percebi
nas entrelinhas
que as respostas
desencantam o fascínio
do saber
As perguntas
abrem caminhos
e aguçam um tempo
aprendiz
de incertezas
Maria Helena Mota Santos
No terreno fértil
dos porquês
descobri a sabedoria
das perguntas
sem respostas
Em terreno íngreme
e nas pausas
para as esperas
encontrei
o silêncio salvador
Percebi
nas entrelinhas
que as respostas
desencantam o fascínio
do saber
As perguntas
abrem caminhos
e aguçam um tempo
aprendiz
de incertezas
Maria Helena Mota Santos
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Doce esperança
(Imagem-Google Imagens)
Hoje eu vi uma rosa
Lá na terra do improvável
Onde nada acontece
Que não seja noite fria
Uma mão invisível
A minha face afagava
Minha tristeza acalmava
E uma doce esperança trazia
Seria um Anjo?
Seria uma fada madrinha?
Quem chegou com tão de repente
Para ser minha companhia?
Maria Helena Mota Santos
Hoje eu vi uma rosa
Lá na terra do improvável
Onde nada acontece
Que não seja noite fria
Uma mão invisível
A minha face afagava
Minha tristeza acalmava
E uma doce esperança trazia
Seria um Anjo?
Seria uma fada madrinha?
Quem chegou com tão de repente
Para ser minha companhia?
Maria Helena Mota Santos
domingo, 2 de setembro de 2012
Despertar
(Imagem-Google Imagens)
Desperto uma criança
Que existe em cada canto
E borda de sorriso o pranto
Do teatro de uma estrada
Viajo na inocência sábia
Que desmonta a rotina
Com a arte de uma criança
Que a retina coloriu
Vejo agora novas cores
Com os olhos matizados
Experimento companhias
Que outrora assombraram
Enxergo além do visível
Percebo o subliminar
Não percebo só as cores
Que a vida quer mostrar
Percebo as flores da estrada
Que entre pedras se escondem
E viajo sem destino
Pela linha do horizonte
Maria Helena Mota Santos
Desperto uma criança
Que existe em cada canto
E borda de sorriso o pranto
Do teatro de uma estrada
Viajo na inocência sábia
Que desmonta a rotina
Com a arte de uma criança
Que a retina coloriu
Vejo agora novas cores
Com os olhos matizados
Experimento companhias
Que outrora assombraram
Enxergo além do visível
Percebo o subliminar
Não percebo só as cores
Que a vida quer mostrar
Percebo as flores da estrada
Que entre pedras se escondem
E viajo sem destino
Pela linha do horizonte
Maria Helena Mota Santos
sábado, 1 de setembro de 2012
Pétala
(Imagem-Google Imagens)
UMA PÉTALA PARA RECEBER O MÊS DA PRIMAVERA!
Uma pétala
Cheia de orvalho
Cai das alturas
E adormece no chão
Serena
Espera o tempo
De se tornar flor
Em outra estação
O vento
Embala seu sonho
E faz redemoinho
Na sua emoção
O sol
Renova seu brilho
E aquece o frio
Do seu coração
O tempo
Passa e repassa
Trazendo lembranças
E solidão
A vida
Enfim amanhece
Trazendo esperança
De renovação
Maria Helena Mota Santos
UMA PÉTALA PARA RECEBER O MÊS DA PRIMAVERA!
Uma pétala
Cheia de orvalho
Cai das alturas
E adormece no chão
Serena
Espera o tempo
De se tornar flor
Em outra estação
O vento
Embala seu sonho
E faz redemoinho
Na sua emoção
O sol
Renova seu brilho
E aquece o frio
Do seu coração
O tempo
Passa e repassa
Trazendo lembranças
E solidão
A vida
Enfim amanhece
Trazendo esperança
De renovação
Maria Helena Mota Santos
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