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Baseada no trabalho presente em http://www.pintandoosetecomavida.blogspot.com.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Sem você eu não seria


(Imagem-Google Imagens)

Você chegou aqui
E deu sentido a tudo que escrevi
Sem você
A minha poesia só existiria para mim
Porque é você
Quem colhe meus versos
E dá até um sentido inverso
De acordo com seu universo
Porque a poesia nasceu
Para se vestir de todas as roupagens
Que lhes atribuem na viagem
Cada um lê o que pode
Cada um lê o que sente
Cada um lê o que quer
E eu me desnudo todos os dias
Pelo gosto de vestir
Cada veste que me ofertam
Adoro O Universo cor de rosa
Amo os Pensamentos do Lupo
Traquino muito lá na Chica
Encanto-me com o oriente lá no Banzai
Comovo-me com A História de Santhiago
Alimento-me no Coisas Boas da vida
Elegância, bom-gosto. Ah! Gosto disto!
Sou só alegria no Dia do grito do Talles Azigon
Só me embalo No balanço das horas
Tento fazer regime lá no Café com bolo
Na poesia busco os Significantes
Busco o colo da Mãe Gaia
A transparência da Neide Guatama
E nos momentos de Vida contraditória
Vou me encontrar no Lost in Japan
Voo com a Doutora com asas
Amadureço no Portal de Avalon
Admiro a versatilidade do Guará
Aprendo com a sabedoria do Lu cidreira
Com a suavidade de Camila Lima
Enfeito-me com as Coisinhas da Ge
Sinto a ternura do Acompanhante invisível
Vivo entre Sonhos e delírios
E com Sentimentos e estrelas
Olho no espelho e vejo
O Reflexo espelhando e espalhando amigos


Maria Helena Mota Santos

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Rio de Janeiro


(Imagem-Google Imagens)

O Rio de Janeiro tem passado por momentos difíceis e marcantes. Para as vítimas das inundações e do incêndio, ocorrido ontem na CIDADE DO SAMBA, eu faço hoje a doação de uma poesia. É o melhor que eu tenho pra oferecer.

Passarela escolhida por todos os deuses
Caminho de musas que embevecem a alma
Andar suspenso da vida que planta sorrisos
E deixa cair a alegria que o povo exalta

Fronteira entre a terra, o céu e o infinito
Em sua companhia se transmuta a tristeza
Que mesmo pincelada em quadros diários
É contornada e matizada com a sua beleza

Alegria de um povo que nunca se abate
Em favelas, bairros nobres ou em ruas que alagam
Sempre encontram um jeito de encantar sentimentos
Com os sonhos e melodias que os poetas embalam

Rio de Janeiro é um altar de celebração e oferendas
É o carnaval que se mistura com todas etnias
É um amor universal que transcende fronteiras
E desperta o mundo pulsando magia

Maria Helena Mota Santos

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O que restou


(Imagem-Google Imagens)

Hoje eu não trouxe nada
Trouxe parte do tudo que restou
Trouxe a minha essência
A minha carência
E a vontade de plantar flor
Hoje eu não trouxe tudo
Trouxe o quase nada que restou
Trouxe o meu carinho
A minha compaixão
E o desejo de semear amor

Maria Helena Mota Santos

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Incógnita


(Imagem-Google Imagens)

Era pra ser apenas uma pausa
Na eternidade do sentimento
Era pra ser apenas um flash
No raio infinito que circunda a luz
Era pra ser apenas um momento
Na longa estrada do horizonte
Era pra ser o que se foi sem ser
E se dissipou sem acontecer
Era pra ser o retorno do caminho
E o início de um caminho novo
Era pra ser a incógnita na equação da vida
E a exatidão na indecisão da estrada
Era pra ser a força da fragilidade do instante
E a sensatez na efemeridade da euforia
Era pra ser uma demão nas tintas do amor
Numa obra de arte que o tempo desbotou

Maria Helena Mota Santos

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Primeiro ano do PINTANDO O SETE COM A VIDA


(Imagem-Google Imagens)

Hoje quero agradecer a todos que me acompanharam no primeiro ano do nosso blog PINTANDO O SETE COM A VIDA deixando na estrada uma essência de carinho, delicadeza, generosidade, companheirismo, amizade, ternura, sensibilidade, apoio, solidariedade, compaixão e, sobretudo, AMOR.
A comemoração não é só minha! A comemoração é, também, de cada um que deixou aqui sua marca.
Um abraço carinhoso a todos os que passaram por aqui e continuam me dando o privilégio da sua visita.

Aplausos para cada um de vocês!

Eis a poesia de hoje!



(Imagem-Google Imagens)

Projeto inacabado

O dia anoitece e finda
A obra está incompleta
A porta ainda está aberta
Para o outro dia chegar
O outro dia chega
Trazendo novas facetas
E reticências a completar
O fim remonta ao começo
E outra porta se abre
Pra outra aurora entrar
E cada ser vai completando
Sua obra inacabada
Colocando cada peça
Antes da porta ser fechada

Maria Helena Mota Santos

Meus queridos, não deu para deixar o comentário desse menino arteiro de fora da minha poesia! Tudo a ver com Pintar o sete com a vida. rsrs
Estou rindo até agora!
Através do comentário de Doug, quero agradecer a todos que comemoram comigo!
Bjs!


\o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/
guti guti!!!
tão fofa fazendo 1 aninho!!
essa menina vai crescer tanto ainda!!
mtas primaveras estão por vir...
mas uma coisa eh certa:
seu brilho vai iluminar o mundo todo!! =)
\o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/
parabéns pintando o sete com a vida!!
ja posso pegar um brigadeiro?!?! =D
bjooooooooo maluk!!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O mundo gira


(Imagem-Google Imagens)

O que ontem era verdade
Hoje pode ser apenas uma lembrança
Porque a vida é uma roda que gira
E nem sempre se está do lado da luz
Luz e sombra se revezam todo tempo
O que foi um dia ainda poderá ser
Só o tempo é uma caravana que passa
E não dá chance pra quem perdeu a viagem

O que ontem era tristeza
Amanhã pode ser o palco da alegria
Pois as lágrimas são reversos de sorrisos
A dor é o terreno fértil do prazer
E a saudade é um tempero necessário
Para quem embarcou nas teias do amor

O que ontem era fundo do poço
Hoje pode ser um despertar luminoso
Pois quem chega lá no fundo
E conhece o mais profundo
Pode descobrir novas sementes
Dentro do espaço solitário da dor

E nessa ciranda da vida
Cada ser é eco das suas palavras
Cada ser patenteia a sua ação
E cada dor ou amor que se espalha
Vai impregnando seu percurso
Fundamentando o seu discurso
Enquanto a vida segue seu curso

Maria Helena Mota Santos

12/09/2010

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O silêncio e a noite


(Imagem-Google Imagens)

Quando o silêncio chega
Na noite fria da vida
Ouço até o respingo na alma

O tiquetaque do relógio
Dita o compasso das horas
E me embala na rede do tempo

E o vento passa...

Passa acentuando os murmúrios
dos diversos encontros da vida

Passa acentuando a saudade
da aurora que anoiteceu

Passa trazendo os ecos
das serenatas sem hora marcada

Passa trazendo o clamor
da dor que extravasou o peito

Passa trazendo a melodia
do amor que está no ar

Passa compondo uma canção
em parceria com árvores do caminho

Passa rascunhando sonhos
e pincelando a realidade

Passa derrubando obstáculos
e trazendo esperança

Maria Helena Mota Santos

25-07-2010