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Baseada no trabalho presente em http://www.pintandoosetecomavida.blogspot.com.
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sábado, 8 de janeiro de 2011

Premiação



Quero compartilhar com cada um do meus seguidores a alegria que senti ao receber os certificados e a premiação(dvd do Teatro Mágico) do concurso de poesia, com poetas de Brasil e Portugal, no qual a poesia PARTES DE MIM foi classificada em primeiro lugar.

O concurso foi promovido pela Oficina da Palavra cuja Diretora Artística e Diretora de Produção é Catiaho Alcantara.

Catiaho é uma pessoa muito especial e juntamente com a sua equipe promove concursos a fim de divulgar o trabalho dos poetas.

Agradeço à Oficina da Palavra e a todos que contribuíram para que eu chegasse a tal conquista.(http://oficinadapalavraemreflexo.blogspot.com)

Agradeço também a Betty Gaeta que promoveu a Poesia Partes de Mim quando publicou no seu blog http://gostodistonew.com.br

Obrigada a quem me acrescentou pelo dor, pelo amor, pela companhia, pelas ponderações, pelos aplausos, pela torcida, pela cumplicidade...

A poesia PARTES DE MIM foi também selecionada para fazer parte de um livro que será lançado em Brasilia através da Revista Literária que promoveu o Concurso Literário para poetas de todo Brasil. Foram selecionados cinquenta poetas.

O resultado foi divulgado no dia 21 de dezembro de 2010 através do www.revistaliteraria.com.br

Mais uma vez, a poesia PARTES DE MIM


Partes de Mim

Partes de mim estão livres
E fazem redemoinho
No vento das emoções

Partes de mim são aladas
E se emparelham com o tempo
Nas asas da imaginação

Partes de mim são partidas
Que enfrentam tempestades
Em busca de um novo sol

Partes de mim são como águias
Que voam sempre mais alto
Em busca do infinito

Partes de mim são casulos
Que preparam o momento
De ser borboleta no mundo

Maria Helena Mota Santos

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Bagagem


(Imagem-Google Imagens)

Já não carrego tanta expectativa
A vida é apenas o que levo
Do que salvei lá do passado

Já não carrego tantas dores
Só levo agora a dor latente
Do parto pra outro momento

Já não carrego o que é supérfluo
Só levo agora os seletos momentos
Que me recordam contentamentos

Já não carrego tanta tristeza
Dei-lhe a carta de alforria
E fiz um pacto com a alegria

Já não me levo em pedaços
Juntei meus cristais quebrados
E fiz uma linda fantasia

Já não me olho em outro espelho
Fiz um reflexo de minhas cores
Usando meu próprio espelho

Já não sou alvo da solidão
Preenchi os meus espaços
Com a própria companhia

Já não me perco em pensamentos
Eu os capturo e os absolvo
E os transformo em poesia

Maria Helena Mota Santos


Há como deixar um comentário, como o do meu amigo e querido Lupo, de fora?
É uma ramificação da minha poesia!
Como disse Eliana, do Coisas Boas da Vida, eu e Lupo temos afinidades poéticas!
Temos sim! Somos partes da mesma essência!
Olhamos na mesma direção mesmo sendo indivíduos livres e inéditos!
Obrigada, Lupo! Emocionou-me por demais o seu comentário poético!
Bjs!


Oi Lena! Como está lindo o dia por aqui!

Não tenho expectativas, só possibilidades. Não tenho dores, só um corpo surrado com um belo opcional: o coração. Não tenho coisas sem importância, tenho eu, e pedacinhos de você. Não tenho tristezas, só pingos que secam com o sol e se confundem com a chuva.

Mas também tenho outros pedaços, que juntos formam o meu todo. Também tenho um espelho nos meus olhos, e a bela companhia de mim mesmo.

Tenho por fim, uma mente usada e em bom estado, mas que não está a venda!

Tudo o que tenho me foi emprestado ou dado de bom grado. Tudo o que tenho se confunde com o que eu sou, mas é diferente: O que tenho me representa, e o que sou me revela.

Bjo querida minha! (minha? Olha só! Tenho mais do que imaginei! rs)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Nanddo- Um poeta maravilhoso!

Hoje quero compartilhar com vocês a alegria que tive no final do ano de 2010 quando, através da indicação de minha sobrinha Jéssica, tive o prazer de visitar o blog de um jovem, aqui da cidada de Aracaju, que com apenas dezessete anos já se tornou um poeta maravilhoso! Ainda não o conheço pessoalmente. Já o conheço através da sua lindíssima poesia. Nanddo já se tornou, para mim, inesquecível pelas vias da poesia.
Confiram no blog Vida Contraditória
http://vida-contraditoria.blogspot.com
Nanddo, para mim, é um fenômeno!



Meditação

Meditação, inspiração, contemplação
Admiração pelas trevas da razão
Paixão, ostentação, realização
Luminosidade incandescente do coração

Descrição, discrição, sabedoria
Alegria por estar em agonia
Felicidade durante a noite tardia
Sem você, minha mente esvazia

Estremece, umedece, não esquece
Espera até que você regresse
Porém não mais se entristece
Felicidade novamente aparece

Céu estralado, jardim florido
Um grito calado, um sentimento polido
Pendurado no mastro sem nunca ter sido
Pelo vento balançado, um amor escondido

Nanddo

Como deixar de fora uma linda poesia, uma divina inspiração como a que ÂNGELA nos presenteou! Emocionante!

Doce Maria Helena, que doce indicação.


Menino ou moleque que no sentimento e na alma tem tanta inspiração.
Menino ou moleque das palavras emitidas sem sons, sua escrita grita em nossos ouvidos.

Menino ou moleque dos pensamentos e letras, traz até nós um pouco de sua voz.
Grita bem alto menino ou moleque pra o infinito ouvir o que és capaz de sentir.

Menino ou moleque os sons de sua escrita ecoara aos quatro ventos, fazendo a poeira do tempo virar nuvens azuis no firmamento.
Vento que vem e que vai que balançou a rede ao fazê-lo ninar, balance a imaginação e faça-o gritar.

Menino ou moleque vá corra pra o infinito, dê asas a sua escrita, e a faça voar.
Deixe ecoar nos nossos ouvidos a beleza alma de quem tem tanto sentimento.

Maria Helena vou correndo até o blog dessa grande criança.
beijos querida.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Quantas vezes...


(Imagem-Google Imagens)

Quantas vezes fico entre o sonho e a realidade buscando vislumbrar uma outra dimensão!
Quantas vezes me pergunto se a realidade é o que está diante dos meus olhos ou se é o que eu não consigo enxergar!
Quantas vezes fico agarrando sonhos e vou voando com eles para não colocar os pés descalços no chão gelado!
Quantas vezes olho pro céu e vejo as estrelas invisíveis através das nuvens carregadas de escuridão!
Quantas vezes olho sem ver e ouço sem escutar porque fui raptada para um lugar ali adiante que me puxa para o que era antes!
Quantas vezes sou como uma adolescente irreverente mudando o que está pronto para ter o prazer de descobrir o caminho das possibilidades!
Quantas vezes pego borboleta pelo prazer de soltá-la para contemplar o seu voo!
Quantas vezes choro sorrindo e sorrio chorando!
Quantas vezes me pego cantando uma canção que traduz meu pranto!
Quantas vezes acordo a alegria e adormeço a tristeza para aproveitar a chance da vida!
Quantas vezes sou coadjuvante no meu palco e plateia de mim mesma!
Quantas vezes sou tantas outras que não cabem em mim!
Quantas vezes sou inverno no verão e primavera no outono !
Quantas vezes me olho e me espanto com o tamanho da emoção que me faz pulsar amor...amor...amor...

Maria Helena Mota Santos


Achei linda a interação e o presente que a Carol Fofa me deu no dia do seu aniversário!
Obrigada Carol, por ser presença, por ser carinho e por ser amor!
Feliz aniversário!
Obrigada pela interação!


Minha linda, quantas vezes você me trouxe sorrisos, quando td era dor... Qtas vezes foi companhia, qdo eu era só solidão... Qtas vzes se fez presente em meus dias. qtas vezes consolou o coração. Ah Maria Helena, Mto obrigada pelo amor q distribui a todos ao seu redor. Vc é a personificação do Amor. Uma amiga, uma companheira e A mãe. Um bjo minha linda. Te amo viu?

Interação de Ana SS

Querida, seu verso ramificou na minha poesia. Obrigada!

Quantas vezes a alegria dói, e a dor traz alegria...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Letargia pós ano novo


(Imagem-Google Imagens)

Sinto o dia pálido de ressaca
Não sei se sou eu
Ou o ano que se inicia
Uma letargia no corpo
Um entorpecimento na alma
O sentimento não é tristeza
Nem tampouco é euforia
É um sentimento que fica
Bem pertinho da alegria
É como um cansaço
Do esforço da travessia
Para encontrar o rio novo
Que vem da cor da fantasia
Há uma descompressão
E o nada quer tomar o lugar do tudo
E a vida que há pouco era frenética
Agora parece não ter pressa
Os pensamentos ficam amolecidos
E assumem a cor da inércia
Inércia preguiçosa
Que nivela os pensamentos
Com o marasmo
É a pausa necessária
Que antecede o novo ato
Da doce comédia itinerante
Que é a vida

Maria Helena Mota Santos

domingo, 2 de janeiro de 2011

Voando feliz


(Imagem-Google Imagens)

Se minha lágrima cai respinga no mundo
Se um sorriso se abre enxuga o respingo
Se eu sou tão pequena em relação ao Universo
Com o fermento do amor cresço até o infinito

Se eu ando calada ouço as vozes de dentro
Se eu ando falando o silêncio se instala
Se eu sou obra inédita e de mim não há réplica
Eu preciso ter fé pra vencer a batalha

Se uma estrela cadente se muda do céu
Se eu faço um pedido pra chuva passar
Se a estrela descer enxugando as gotas
Eu já tenho certeza que o sol vai raiar

Se eu estou num cantinho bem particular
Se vislumbro um mundo que vou conquistar
Se na selva não tem animais predadores
Vou mudando de pele e me deixo guiar

Se uma luz me aponta um caminho no mundo
Se uma voz de comando me manda partir
Se eu sou ser alado sem pressa e sem medo
Vou voando feliz num mundo sem fim

Maria Helena Mota Santos

21/05/2010

sábado, 1 de janeiro de 2011

Corrida da vida


(Imagem- Google imagens)

Respire fundo!
Pode começar a hora que você quiser!
A partida começa na rua da saudade.
E a chegada é lá na rua da esperança.
No percurso, hidrate-se com lembranças.
E não esqueça do bloqueador da tristeza.
Use as roupas leves da alegria.
E proteja os pés contra a monotonia.
E para dar mais energia durante o percurso,
não esqueça da pitadinha de sonho.
Corra! Mas não perca o compasso.
Pise! Mas deixe bons rastros.
Beba o líquido da moderação.
E embale tudo com uma canção.
Promova abalos sísmicos nas camadas internas.
E após a acomodação das falhas causadas pela erosão da dor,
entre nos escombros e traga o troféu de si mesmo.
Após o resgate, siga a seta, vire a outra esquina
e aguarde instruções para a próxima corrida da vida.

Maria Helena Mota Santos

16/03/2010